Decidimos intitular este nosso texto de hoje, “Ai, ai, ai…”. Se porventura alguém nos perguntar porquê, a única resposta decente e sincera que teremos para dar, é a de que não fazemos a menor a ideia. Em qualquer dos casos, nem sequer gostamos particularmente deste título, foi simplesmente uma coisa que nos veio de repente à mente, enfim, nada mais do que isso. Já agora, a fotografia que encima o texto é de Alexandre O’ Neill. Como título, Ai, ai, ai…, nem fica mal de todo, mesmo não sendo particularmente brilhante, porém, ao termos de o citar por escrito, esse mesmo título fica pura e simplesmente horrível. Situação que já sucedeu no primeiro parágrafo deste texto, ou seja, o anterior ao anterior a este, o mesmo é dizer, o do início. Se bem repararam, citámos aí, no dito parágrafo inicial, o título entre aspas, todavia, antes das aspas finais da direita, existem umas extensas reticências e logo de seguida, ainda um derradeiro ponto final. Confirmem lá, como de facto o título ficou mal...
Ai que lindo e tranquilo é o nosso Portugal... Está bem de ver que ultimamente tem havido chatices com os exames de acesso ao ensino superior e não só, todavia, isso para nós é uma ocorrência menor, um mero incómodo, pois o que na verdade nos importa é que haja saúde e o tempo esteja de feição. Por ora há muito barulho nos telejornais e cenas que tais por causa dos exames, mas em breve tudo se dissipará na espuma dos dias e um qualquer outro escarcéu ocupará as notícias e as conversas, depois disso, e como sempre, mal ou bem, cá iremos andando c’o a cabeça entre as orelhas. Veja-se como as coisas são piores na Índia, onde os exames de acesso ao ensino superior são extremamente competitivos e envolvem anualmente cerca de 30 milhões de estudantes, havendo anos lectivos em que esse número atinge os 60 milhões, coisa pouca portanto. Imagine-se se na lusitana nação houvesse milhões a fazer exame, o que tal não seria? Era bem capaz do nosso querido país ir desta para melhor. Os exames m...