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Palavras a mais na idade dos porquê

Os anos 80 representaram o despontar do rock português e o bairro de Alvalade teve uma importância decisiva na sua afirmação. Existiam imensas bandas de garagem na Avenida EUA, como revelou numa entrevista ao jornal Público, o falecido Zé Pedro, membro dos Xutos e Pontapés e morador do bairro: “os Sétima Legião ensaiavam ali perto e até chegávamos a ouvir os ensaios da esplanada. Os elementos dos Heróis do Mar também marcavam presença”. O bairro de Alvalade foi também o epicentro do movimento punk, tal a quantidade e qualidade das bandas que nele tiveram origem. A que mais se destacou foi ‘Os Censurados’, uma das bandas mais populares da década de 90 que conseguiu alcançar um vasto sucesso dentro e fora do movimento punk. O seu vocalista tornou-se numa figura de culto para o movimento punk, isto devido ao seu heterodoxo percurso prévio nos Ku de Judas, e depois nos Tara Perdida. Zé Pedro fala-nos da “rota punk": “era ali que a malta se juntava para depois ir aos bares, as grandes
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  Aqui vos deixamos algumas atividades desenvolvidas com alunos de 2° ano no sentido de promover uma educação cinematográfica. Queremos que aprendam a ver imagens e não tão-somente as consumam. https://padlet.com/asofiacvieira/q8unvcd74lsmbaag
  Ao subir pela dos Estados Unidos todos os caminhos vão dar à de Roma. Na confluência entre as duas fica o Café Vá-Vá. Hoje em dia não tem a movimentação de outros tempos. Já são poucos os que vão “para” o café, as pessoas agora vão “ao” café, entram e saem, não ficam. O    Café Vá-Vá é um local histórico, foi aqui que nasceu o “Novo Cinema Português’. Nos anos 60 e 70 era diariamente frequentado pelos cineastas Fernando Lopes, João César Monteiro, António Pedro Vasconcelos, Cunha Telles e Paulo Rocha, o qual como nos conta um artigo do jornal Público de 25 de Julho de 2007, “morava no prédio  do  Vá-Vá e dele fez o plateau para um dos filmes mais emblemáticos da história do cinema português, Verdes Anos”. A história do filme Verdes Anos é a seguinte: Júlio, de dezanove anos, desloca-se da província para Lisboa para viver com o tio e tentar a sua sorte. Um acaso leva-o a conhecer Ilda, uma alegre jovem da sua idade, uma empregada doméstica. Tal como Júlio, Ilda vive na esperança de um
  Ligamos a televisão. Está a dar o Festival da Eurovisão.  Ver ou não ver, eis a questão...   Fossem todas as questões de resposta tão simples e seríamos felizes. Muito antes dos iPod’s e do Spotify, já havia    Eurovisão. O que havia e já não há, eram os LP’s e os singles em vinil (ou só os há nas melhores lojas da especialidade).  Ver ou não ver, eis a questão... Nesses tempos de vinil, também havia photomatons e cabines telefónicas. Também já não há (nem sequer nas melhores lojas da especialidade). Como se diz na canção, resta-nos a consolação de que “people are basically the same” .  “ See you” dos Depeche Mode . A canção fazia parte do álbum “A Broken frame”.
  Antes de uma visita de estudo ao Museu Calouste Gulbenkian, e a partir de peças de arte da coleção, explorámos com os alunos as várias respostas possíveis para a questão, “Mas afinal que é a arte?” . Seja qual for a resposta a esta pergunta, o certo é que a arte é sempre um modo de ver. O guião e a respectiva ficha de exploração que aqui vos deixamos, intitula-se “Ver ou…não ver”. Fala-nos de musas e de biombos, de espelhos e de uma bola de sabão, mas também de Vénus e de uma gatinha. Guião De aprendizagem "Ver ou...não ver" https://drive.google.com/file/d/1-9eun2ZKM-dpc2JBqhkSSsf5Ix-Xxu47/view?usp=sharing Ficha de exploração "Ver ou...não ver" https://drive.google.com/file/d/1PQRGFZDIO9RFr8YFK0bd6mQhIFcffjtk/view?usp=sharing
  Mercês Tomaz Gomes é uma artista, fotógrafa e realizadora portuguesa. Em 2007 venceu o prémio na categoria de Melhor Documentário no Festival Internacional do Documentário de Barcelona, e em 2019 recebeu o prémio de Melhor Ficção no Arquitecturas Film Festival.    Trabalhou na Dinamarca, no Congo e no Mumbai. Há alguns anos passou pela Escola Teixeira de Pascoais em Lisboa onde realizou uma curta-metragem intitulada “Escola Teixeira de Pascoais, Ruy D’ Athouguia 1952-1956” O filme pode ser visto em: https://player.vimeo.com/video/155518776?h=3ff03a65a0  
  Ruy D’Athouguia é autor de uma obra arquitectónica superior. Quando nele se fala, mesmo entre pessoas cultas, é muitas vezes necessário associá-lo ao edifício da Fundação Gulbenkian para que haja uma reacção. “Ah, é o da Gulbenkian”.  Para além da Fundação Gulbenkian, no seu trabalho em Lisboa sobressaem também o “Bairro das Estacas”, a Escola Teixeira de Pascoaes e a Escola Secundária Padre António Vieira, bem como grande parte dos edifícios da Praça de Alvalade. É um moderno por descobrir.  No filme “Ruy D’Athouguia – um Moderno por Descobrir” fazemos uma viagem íntima e pessoal com Duarte Jervis Athouguia Pinto Coelho, neto do arquitecto, pelos edifícios do avô. Pode ser visto na Box, na RTP Play ou em: https://www.rtp.pt/play/p4294/e323962/ruy-jervis-d-athouguia-um-moderno-por-descobrir