É com preocupação que temos constatado, que nos últimos largos anos, as raparigas obtém muito melhores notas de que os rapazes, em todos os níveis de ensino. Por consequência disto, e como conhecimento é poder, chegados ao fim da juventude e ao início da idade adulta, são muitos os rapazes que não possuem ferramentas cognitivas para lidar com as moças, que fazem deles o querem, sobretudo se forem atiradiças. Sendo este blog pedagógico e didáctico, hoje vamos deixar-vos um guia prático e científico, mas também histórico, cultural e artístico, sobre como a rapaziada pode identificar raparigas atiradiças. De facto, sendo os rapazes ligeiramente distraídos, correm o risco real de um momento para o outro já estarem de casamento marcado, com um cão e com um crédito à habitação aprovado, sem sequer terem percebido como tudo isso aconteceu. É nossa intenção alertar a juventude masculina para tais perigos, e por isso aqui deixamos este guia prático, científico, histórico, cultural e artístico a...
Quem porventura creia que a cultura da ostentação, da desgraça e do exagero começou com as chamados redes sociais, fica a saber que já no século XVII nada excitava tanto as gentes como um bom, aparatoso e grandioso drama. Nesse tempo, quem não estivesse a chorar copiosamente ou a desmaiar de descomedida emoção, não ardesse de angústia ou não ostentasse uma imensa desesperança existencial, estava pura e simplesmente condenado a que ninguém lhe ligasse nenhuma, a que o olhassem com distância, frieza e indiferença. O século XVII foi pois o auge do grandioso estilo barroco, esse movimento artístico, político e religioso configurado pelo exagero, pela ostentação, por bruscos e dramáticos contrastes e pela busca incessante por chocar, emocionar e impressionar o público. Na verdade, o estilo Barroco nasceu como um dispositivo comunicacional, ou seja, como uma ferramenta artística da igreja católica para impressionar e reconquistar os fiéis perdidos para o protestantismo, através da sumptuosid...