Hoje escrevemos para todos aqueles professores que nasceram algures entre finais dos anos 60 e meados dos anos 70, que na verdade são a larga maioria da classe docente. Uma vez que trabalham no ensino há algum tempo, com toda a certeza já terão encontrado um adulto de vinte e tal anos de idade, no máximo trinta, que em jovem foi vosso aluno. Dependendo das circunstâncias, quando tais reencontros se dão, das duas uma: ou as coisas lhe correram bem e ficamos satisfeitos por aquele jovem de outrora, atual adulto, estar encaminhado na vida e por de algum modo termos também contribuído para tal; ou as coisas lhe correram mal e sentimos um leve desconforto por aquele antigo aluno, hoje adulto, andar um tanto ou quanto ao Deus dará e de certa forma também termos participado nisso. Ainda mais estranho, é quando se reencontra quem dantes era um excelente aluno, mas que agora como adulto, não é lá essas coisas. Nesses momentos, questionamo-nos sobre o que entretanto...
Como na canção de Ella Fitzgerald, nos Guiões de Aprendizagem que por aqui vamos publicando, queremos ser multidisciplinares, interdisciplinares e transdisciplinares. Mas também falamos de pássaros, de abelhas e até de pulgas. Viajamos desde a vizinha Espanha à longínqua Lituânia. Desde a gélida Finlândia até à ardente Argentina. Let's do it!