Nem sempre é fácil estar-se seguro sobre o que se percebe e o que não se percebe. Há muito quem fique inseguro diante a arte atual e diga que os artistas contemporâneos é tudo uma cambada, que não se percebe nada daquilo que fazem. Esses mesmos inseguros que assim o dizem, dizem com toda a segurança que no passado é que havia artistas de categoria, daqueles que se percebia o que eles faziam. Nós na verdade não acreditamos em tais percepções, cremos que quem não percebe nada de arte contemporânea e fica inseguro, também nada percebe de arte antiga, só aparenta uma segurança que de facto não tem. Se não sabe apreciar uma, também não saberá também apreciar a outra. Quem diz com segurança perceber a arte antiga, mas não a moderna e a contemporânea, está só a fazer-se, a armar-se em culto. É esta a nossa opinião. Imaginemos uma típica família feliz, como é natural e fica bem, num dado momento da sua existência decide cultivar-se. Cultivar-se à séri...
Como na canção de Ella Fitzgerald, nos Guiões de Aprendizagem que por aqui vamos publicando, queremos ser multidisciplinares, interdisciplinares e transdisciplinares. Mas também falamos de pássaros, de abelhas e até de pulgas. Viajamos desde a vizinha Espanha à longínqua Lituânia. Desde a gélida Finlândia até à ardente Argentina. Let's do it!