Há muito que queríamos perceber as razões pelas quais a escola tradicional já não serve. Explicaram-nos de uma forma simples. Fizeram-nos uns desenhos e nós compreendemos imediatamente. Afinal era fácil. Já vos mostramos esses desenhos, antes disso, umas breves considerações. Há pouco quem se dedique a pensar o futuro da escola em Portugal. Há muito quem confunda pensar com dizer coisas, ou seja, com abrir a boca e lá vai disto. Entre os que muito falam e pouco pensam, há aqueles que vociferam contra o “facilitismo”, seja lá isso o que for. É uma espécie de tique. Mal se fala na escola do futuro, na necessidade de novos métodos e pedagogias e zás, lá começam uns quantos a esbracejar, a espernear e a gritar: fujam, fujam, que vem aí o facilitismo, vem aí o facilitismo… O “facilitismo” é um neologismo que pouco ou nada significa, mas que quando é dita numa voz grossa e assertiva, parece querer dizer qualquer coisa. Mas de que raio se fala, quando se fala de “faci...
Como na canção de Ella Fitzgerald, nos Guiões de Aprendizagem que por aqui vamos publicando, queremos ser multidisciplinares, interdisciplinares e transdisciplinares. Mas também falamos de pássaros, de abelhas e até de pulgas. Viajamos desde a vizinha Espanha à longínqua Lituânia. Desde a gélida Finlândia até à ardente Argentina. Let's do it!