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O kitsch português


Ontem escrevemos sobre sombras, que são as mais discretas, leves e gentis presenças. Hoje falaremos sobre coisas kitsch, que de modo oposto, são presenças arrogantes, pedantes e emproadas. Acima fica o galo de Barcelos de Joana Vasconcelos, já a seguir, abaixo, para quem quiser ler o que escrevemos ontem, aqui fica o link:

  https://ifperfilxxi.blogspot.com/2026/04/reaprender-o-saber-das-sombras-voltar.html


O kitsch é frequentemente associado ao "mau gosto", ou seja, ao gosto não educado. Muito embora o mau gosto e o kitsch não sejam exactamente a mesma coisa, são ainda assim fenómenos afins.

O Kitsch é intencional, refere-se a objetos produzidos em massa que imitam estilos elevados ou clássicos de forma simplificada, exagerada e sentimental.

Um traço central do kitsch é a pretensão. Ele tenta oferecer uma "beleza instantânea" que permita ao espectador ou consumidor sentir que tem acesso a algo de erudito sem o esforço mental que a arte e o belo exigem. Em resumo, o kitsch é o império dos abalos sentimentais descontrolados e da comoção desproporcionada e sem contenção.



Há quem tenha mau gosto ou um gosto kitsch e há também quem o tenha bom e polido, e depois há igualmente quem diga que gostos não se discutem. Por fim, há ainda aqueles, como o filósofo alemão Immanuel Kant (1724-1804), que acreditam piamente, que o gosto se educa.

Immanuel Kant explica-nos perfeitamente as nuances relativas a questões de gosto. Kant distingue o que nos gratifica, como por exemplo um doce, que nos dá somente prazer aos sentidos, daquilo que nos apraz, como o belo, que agrada também à nossa mente.


O gosto por doces, petiscos ou vinhos é uma questão de preferência sensorial individual, onde se aplica o dito "gostos não se discutem", já o gosto pelo belo é uma faculdade da mente que busca não apenas uma validade individual, mas sim universal.


Em síntese, discutir se um típico prato de favas com chouriço é ou não melhor que um requintado Bœuf bourguignon, é inútil, pois tais gostos não se discutem, são do foro sensorial e individual, de modo contrário, discutir-se se a obra de Joana de Vasconcelos é ou não de mau gosto e kitsch, isso sim, já é uma discussão válida, pois nesse caso, o gosto já não é apenas uma questão individual e sensorial, mas também mental e universal.



Para Kant, o bom gosto não é algo de inato ou arbitrário, pois deve e pode ser cultivado através de uma educação para o belo. O gosto é educado através da cultura e da exposição a diversas formas de arte e à natureza, sendo dessa forma que uma pessoa aprimora a sua capacidade de apreciar o belo.


Dito isto, vamos agora concentrar-nos em Portugal, onde podemos encontrar inúmeros exemplos dessa espécie de mau gosto, o kitsch. Comecemos por um exemplo literário e por uns quantos versos bem conhecidos: “Batem leve, levemente/ Como quem chama por mim./ Será chuva, será gente?/ Gente não é certamente / E a chuva não bate assim.”

Nestes célebres versos, há algo que imediatamente os classifica como kitsch, a saber, a sua banalidade, o abuso de clichés, a pose possidónia e o estilo pechisbeque. Os versos “Batem leve, levemente…” têm tudo para serem classificados como sendo de fancaria, isto dada a sua total inautenticidade. O seu objectivo é tão-somente serem doces e agradar, são versos que “se estão a fazer”, ou seja, que “estão a armar-se ao pingarelho”.

Kitsch são também vários dos conjuntos escultóricos públicos da nossa capital, como por exemplo, o monumento ao Marquês de Pombal, ao topo da Avenida da Liberdade. O pedestal onde assenta a estátua é colossal, e como que eleva o marquês a uma figura celestial. A imagem do marquês tem a mão pousada num leão, um ancestral símbolo de poder, de força e de determinação.


A parte inferior da base da estátua encontra-se rodeada por figuras alegóricas, o corpo de uma mulher nua com um lenço esvoaçando ao vento é “Lisboa reconstruída”, as duas esculturas que estão por baixo representam os deuses Plutão e Posídeon, e ao lado temos ainda a estátua da deusa Minerva. Para acompanhar todo o conjunto, temos ainda uma espécie de templo clássico mal-amanhado. Enfim, é tudo a sugerir-nos que o marquês é uma qualquer divindade helénica.



Em síntese, o monumento a Marquês de Pombal é um compêndio do kitsch, pois não só imita estilos elevados ou clássicos de forma simplificada, como também usa figuras de forma exagerada ou sentimental, como por exemplo, a mulher nua com um lenço esvoaçando ao vento. Aqui a vemos abaixo, coitadita, sujeita a apanhar com as correntes de ar que sobem a avenida vindas da Baixa (Pombalina).



Poder-se-ia pensar que no campo do mau gosto e do Kitsch, as autoridades nacionais jamais conseguiriam ultrapassar o monumento ao Marquês de Pombal, contudo, conseguiram-no. O mais relevante exemplo desse feito, muito embora haja bastantes mais, é o monumento a Francisco de Sá Carneiro, no Areeiro, em Lisboa. A obra é de 1982 e apresenta o busto do político como que decapitado e pendurado num obelisco com placas de inox recortadas a laser.


Não há nada neste monumento, que não tresande a kitsch, desde o obelisco até às placas de inox, culminando na inconcebível cabeça do político, que pende suspensa a uns quantos metros do solo. Trata-se na verdade de um autêntico tratado ao mau gosto.



Na área da arquitectura, também não nos faltam em Portugal edifícios kitsch. Um dos expoentes máximos é o Centro Comercial Amoreiras, em Lisboa, erguido entre 1980 e 1987.  O traço do edifício é de Tomás Taveira, arquitecto que estudou no estrangeiro, e que veio de lá com esquisitos tiques arquitectónicos, que então por certas zonas menos sofisticadas do mundo e estavam em voga. 

O estilo de Taveira caracteriza-se sumariamente pelo uso e abuso de arrebiques e de materiais muito coloridos. As “taveiradas” das Amoreiras não são bonitas de se ver e desfearam bastante e para sempre o skyline lisboeta, o que é muito notório quando se observa a capital do outro lado do Tejo, atravessando-o de barco ou pela Ponte 25 de Abril.

Em boa verdade, a consideração de que o skyline lisboeta foi desfeado, não é consensual, pois há muito quem tivesse e tenha mau gosto, e gostasse e goste do Centro Comercial Amoreiras. Inclusivamente, aquando da sua inauguração, a festa foi imensa e as gentes correram ansiosamente para ele em busca de algo em conta para comprar ou, se não isso, pelo menos para nele passearem e apreciarem a sua lindérrima arquitectura.



O sociólogo francês Abraham A. Moles (1920-1992) escreveu em 1971 o livro “Le Kitsch. L’Art du Bonheur (O kitsch. A arte da felicidade) ”. Nesse livro, diz o autor que os supermercados e os centros comerciais são templos do comércio e uma espécie de paraíso do kitsch. Nesses locais tudo é feito para agradar, para se estar num ambiente adocificado em que a “beleza” seja instantânea.


Abraham A. Moles diz que onde reina uma “atmosfera de festa”, a “festa da compra”, “a embriaguez mercantil e a vertigem”, é onde encontraremos o reino do kitsch no seu pleno esplendor.

Há uns tempos, num artigo no jornal Público, a jornalista e romancista Alexandra Prado Coelho questionava-se do seguinte modo: “Passaram trinta anos. Já digerimos Tomás Taveira e as Amoreiras?”.

Nós diríamos que não, pois o kitsch é uma coisa que nos custa a digerir. Tanto mais nos custa, quanto o kitsch é algo de grande sucesso na actualidade, pense-se por exemplo, em autores como o jornalista e apresentador do Telejornal da RTP, José Rodrigues dos Santos. O homem escreve romances que literariamente e literalmente são medíocres, como um intitulado “As Máscaras de Salazar”, todavia, tal livro já vai na 26ª edição, o que, mais provas disso não houvesse, demonstra o mau gosto generalizado do público que lê em Portugal e que por cá o kitsch está bem vivo e recomenda-se.

Há um antigo e vasto país kitsch, porém, também houve quem por cá se apresentasse como sendo manifestamente anti-kitsch, entre esses, destacamos o grande Almada Negreiros, “Poeta d'Orpheu, Futurista e Tudo.”

No tempo do jovem Almada, o escritor mais popular era Júlio Dantas, que era médico, diplomata, político e escriba de imenso mau gosto e completamente kitsch. Apesar disso, ou provavelmente por isso, o público português adorava o Dantas. A sua peça “A ceia dos cardeais” foi um tremendo sucesso e encheu teatros durante anos, consideravam-no o suprassumo das letras lusitanas.

Por assim ser, Almada escreveu o “Manifesto Anti-Dantas” em que disse coisas tão acertadas como “O Dantas saberá gramática, saberá sintaxe, saberá medicina, saberá fazer ceias pra cardeais, saberá tudo menos escrever que é a única coisa que ele faz!”

No entanto, o desdém de Almada pelo kitsch português não se resumia ao Dantas, incluía também os “jornalistas de todos os jornais”, “todos os pintores das Belas Artes e todos os artistas de Portugal, que eu não gosto”, mais “os palermas de Coimbra” e todos os que eram “políticos e artistas”.

Em breve voltaremos ao mau gosto e ao kitsch, mas por hoje ficamos por aqui, com um último dito de Almada: “Portugal inteiro há-de abrir os olhos um dia – se é que a sua cegueira não é incurável e então gritará comigo, a meu lado, a necessidade que Portugal tem de ser qualquer coisa de asseado!".

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